sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O confortante consolo


A morte é algo inevitável, é a única certeza que podemos ter, é o maior mistério e a pior dor que o ser humano pode sentir. É triste chorar pela morte. E todos passam ou passarão por essa experiência. Os mais insensíveis, os mais materialistas, os mais fortes e descrentes, não importando o tamanho da sua descrença, todos sofrem pela perda de alguém. Porque o amor e as pessoas amadas dão significado à nossa vida, e quando elas se vão, nos resta um vazio e muitas coisas deixam de fazer sentido.

Outros ainda escondem suas mágoas contra a morte, numa frieza superficial, forçando a aceitação de uma fatalidade que a própria razão humana repele.

O pseudônimo Allan Kardec expressou o seu pensamento de vida além da vida na seguinte analogia: '' Um grupo de pessoas zarpou, numa embarcação, para alto mar.

Os dias passaram e a notícia chegou inesperada: o barco fora tolhido por um naufrágio, não restando sobreviventes. Todavia, todos os viajantes haviam sobrevivido ao naufrágio e agora viviam numa ilha desconhecida e isolada.

Ao cabo de algum tempo, uma equipe de pesquisadores do mar defrontou-se com a ilha, descobrindo que os ditos mortos ainda viviam.

Retornando ao porto, narraram a descoberta. Alguns se felicitaram, outros, contudo, duvidaram, exigindo provas''.

E assim somos com relação à morte. Os nossos familiares, os nossos amores, os nossos amigos que já morreram, vivem apesar de termos sepultado os seus corpos segundo Allan Kardec.

A dor da perda não pode aturdir o coração, devemos mudar nossos pontos de vista, porque, na realidade, não houve perda, apenas uma separação momentânea.

Não é errado sentir saudade, pelo contrário, é demonstração de afeto. Só não é justo matarmos em nossos pensamentos de desespero, pessoas que, após a morte, vivem e sentem também saudade. É esta certeza que me da forças para continuar a viver, a certeza de que a morte é um momento de separação que terá volta, pois não haveria sentido no Universo se a morte fosse o fim. Para que serviria a vida se acabasse assim, tão rapidamente, sem despedidas, sem sentido?

A saudade as vezes nos enlouquece, mas muitas vezes nos ensina, nos ensina a viver, a amar as pessoas de verdade, sem restrições, sem medo, sem vergonha, pois não sabemos quando nos veremos de novo, não sabemos como será o dia de amanhã.

Após conhecer a morte, vemos a vida de outra forma, de um novo ângulo, tentamos entender a nossa existência, para que servimos afinal, tudo acaba em cinzas e saudade? O verdadeiro sentido é difícil de entender, o consolo é demorado e as vezes impossível de conseguir, mas a vida continua, e pra tudo existe uma explicação, uma resposta, pois o nosso lugar há de existir, e um dia a gente há de se encontrar de novo !

3 comentários:

  1. ameei *-----* é por isso que eu nao tenho vergonha de demosntrar o quanto eu amo as pessoas... O manaaaa eu te amo, se eu morrer tu poe uma roupa bem gata e vai hem rum*
    POASKPAKSOPAKOS (LL) [estou de brinks]

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  2. aoieuoiaueoaiueouaie tolinha. Eu tambem tee amo muito maana *-*

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  3. oooii paty eu qr tidizer q eu adorei oseu blog é Gabriel

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